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   Resenha: O Guru do Amor

O filme ganhou o troféu FRAMBOESA DE OURO como PIOR FILME, e também como PIOR ATOR e PIOR ROTEIRO. O troféu, para quem não sabe, é uma paródia ao Oscar, e alguns premiados até entram na brincadeira - Halle Berry foi buscar o seu, quando ganhou por Mulher Gato em 2005.

No caso deste Guru do Amor, Mike Myers faz as suas piadas de baixo calão mas travestidas de "duplo sentido" (o que não é o caso, para uma piada de duplo sentido funcionar ela tem que ter um sentido "inocente" subentendido). O que funcionava com Austin Powers aqui não tem a mesma, por assim dizer, elegância.

Mas o filme não tenta ser mais do que um turbilhão de piadas sobre sexo, anões, escatologia, siglas em powerpoint e Justin Timberlake numa ponta engraçadinha. E no final das contas, é até possível rir. Mesmo que as vezes Jessica Alba faça de tudo pra impedir.

O detalhe para a participação de Ben Kingsley. Surpreendente mas não no bom sentido...

Guru do Amor



Por: Rafael B. às 12h41
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   Quarta-feira de CINZAS...

Cinzas I

 

Cinzas II

Eu sou a favor de ter uma SEMANA inteira pro Carnaval...



Por: Rafael B. às 14h08
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   Eu, chargista?

Sim, já me aventurei. Por alguns anos, "assinei" uma sessão de charges de um jornal de circulação restrita.

Foi quando percebi que não tenho a disposição necessária para me oficializar como chargista.

A necessidade de estar sempre "atrás" da notícia, da situação, do cotidiano... É preciso estar atualizado, "antenado". Embora eu até tenha minha vertente "consumidora de notícias", prender-me nos assuntos que, a rigor, rendem charges - principalmente a pauta política ou casos de grandes comoções públicas - nunca me despertou real interesse.

Aí que eu acabava indo para temas "genéricos"...

Aqui, alguns exemplos:

 

Bala?

 

Nepotismo

 

Má influência

 

novela

Sortudo



Por: Rafael B. às 10h50
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   Resenha: Viva o Povo Brasileiro

Autor: João Ubaldo Ribeiro
Ano da primeira publicação: 1984

Comecei o ano com este livro, aclamado como um dos grandes romances da literatura brasileira. Não à tôa, o título vem de uma história épica, excessiva e cheia de tudo aquilo que agrada a crítica. Eu esperava algo mais no bom humor que sempre ligamos ao nome do autor - embora, em sua bibliografia, não vemos nenhum exemplo lá muito "divertido" de ficção (confesso que, além desse, só conheço O Sorriso do Lagarto). E mesmo quando lembro de quando acompanhava sua coluna semanal no jornal, por diversas vezes transparecia mais o rancor pelo preconceito ao nordestino (ou ao "similar ao árabe") que ele contava sofrer (principalmente em aeroportos durante viagens internacionais apó o 11 de setembro).

Esse traço do "todos temos sangue negro" está no livro, assim como as questões de imposição estética - os que fazem de tudo para parecerem "menos negros" aos que conseguem forjar uma nova identidade, assim como um retrato da brutalidade das diferenças sociais, escravidão, religiosidade castradora e tudo o mais que compõe os 400 anos de história que o livro conta.

Cabe aqui aliás um adendo. Quando conta as histórias das almas indo e vindo, o autor personifica a começar pelo índio canibal com uma preferência pelo sabor dos holandeses e passa por quase todo o núcleo "humilde" da história. Mas a alma do barão e dos outros "figurões" parece não existir. Talvez tenha sido intencional, porém excessivamene sutil.

De resto, é uma história que passa os grandes momentos do país - dos jesuítas a Canudos, da independência à república. Com algum erotismo, muita violência e a mensagem final de que a força emana do povo, desde que esteja disposto a fazê-la surgir.

 



Por: Rafael B. às 23h46
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   Fim do horário de verão: Racionamento de energia

Nunca consegui ter lá uma opinião muito bem fundamentada sobre gostar ou não do horário de verão.

Acho que gosto da hora que ganho quando termina mais do que desgosto da hora que perco quando começa... Se bem que preferia que essa equação acontecesse perdendo uma hora de dia útil e ganhando no final de semana.

Tenho dificuldades, contudo, pra acompanhar o ganho tão grande que se diz ter por conta dessa mudança já que com o sol indo embora tarde, mesmo sem o horário de verão os dias continuariam "mais longos".

Mas, como o assunto é racionamento, na época em que o dito pegou pesado - e eu nem lembro mais em que ano foi - eu criei uma série sobre o tema (anterior ainda ao processo de manter fonte feita no computador ou mesmo em diagramar os quadrinhos seguindo algum padrão).

E um joguinho (muito, mas muito ruim):

Racionamento I

Racionamento II

Racionamento III

Racionamento IV

Racionamento V

Racionamento VI

Racionamento VII

Racionamento VIII

Racionamento IX

 



Por: Rafael B. às 11h22
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   Resenha: Wall-E

Wall-E

O filme é sensível. Boa parte dele mudo - mas isso não foi usado com a mesma poesia do que As Bicicletas de Belleville, que considero um filme, dentro dessa proposta "emocional", bem melhor.

Mas, dentro da história em si, o filme é um típico filme PIXAR, com tudo o que tem de bom. E só o que tem são cenas memoráveis, engraçadas e bem concebidas. Tecnicamente impecável, roteiro redondo, enfim... O meu lamento é por não ter visto no cinema.



Por: Rafael B. às 11h33
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   Carta aberta a NET - Desrespeito as leis do consumidor

Envio cópia desta reclamação aos meios de comunicação, na esperança de que a intervenção da mídia ajude a sensibilizar a empresa NET (TV por assinatura) a honrar seus compromissos.

Sou cliente do serviço de TV por assinatura a cabo desde 2002 - na época, empresa Canbrás, na região do ABC paulista. A empresa foi "transformada" em Vivax, e em 2007 adquirida pela NET.

E então meus problemas começaram.

Em agosto de 2008, o sinal do serviço de internet banda larga (que eu havia contratado, ainda da Vivax) foi interrompido por falta de pagamento. Cabe ressaltar que o padrão de desligamento do serviço era de 30 dias APÓS o primeiro atraso no contrato da canbrás que a Vivax respeitava. A Net trocou para 15 dias a tolerância, mas me desligou com 5 dias de atraso. Cancelei o serviço de internet e mantive apenas a TV por assinatura... Que também foi desligada, por um "erro de cadastro no sistema".

Após demorarem 24 horas para religar, ofereceram um desconto na mensalidade. Desconto esse que no mês seguinte não somente não constava na fatura como o serviço de internet continuou sendo cobrado. Por mais dois meses.

Em função do desgaste, a Net me ofereceu, por um ano, um desconto mais satisfatório (embora, nas sucessivas ligações que eu fazia para resolver a questão inclusive do envio da fatura, o atendente não mantinha o valor anteriormente ofertado).

Neste meio tempo, corria o prazo de 18 meses - começado a contar em novembro de 2007 - para a migração completa dos clientes do padrão e sistema VIVAX para o sistema NET.

Acontece que a NET não tem NENHUM PACOTE de canais equivalente ao serviço oferecido pela VIVAX.

Enquanto o pacote completo da VIVAX incluía HBO, HBO2, Cinemax, MaxPrime, Jetix, Disney Channel,  History Channel, Boomerang, TV Ratimbum, Animal Planet, Travel & living, Warner Channel, Sony, Universal Channel, A&E Mundo, AXN, TNT, Canal Brasil, Fox, Cartoon Network, E! - pelo preço de aproximadamente R$ 140,00 (que, com o desconto que me foi oferecido, custa-me cerca de R$ 90,00), o pacote similar da Net digital com os mesmos canais vai custar quase R$ 175,00 (e pra este pacote, não é oferecido desconto).

O meu prejuízo é óbvio para ter um produto SIMILAR - porém, é bom ressaltar, atualmente eu sequer tenho a necessidade do decodificador (que inutiliza o meu gravador de DVD - que permite, por exemplo, gravar um canal e assistir a outro).

Desta forma, entendo que, pela base do código de defesa do consumidor, se a Net vai fazer uma alteração nos serviços oferecidos, inutilizando o meu atual pacote de programação e criando uma dificuldade numa funcionalidade que eu tinha, o mínimo que deveria me oferecer seria um pacote EQUIVALENTE ao que eu tinha - com os canais citados - e ao menos UM PONTO extra.

Mas todas as respostas que recebi - o último acompanhamento pelo número de protocolo 129090014191974 - sugerem que não existe possibilidade de eu ser atendido com o que eu já tinha - e que, insisto, eu NÃO QUERO mudar.

 

P.S.: Cabe aqui um adendo. Em 2005 eu contratei o serviço da TV por assinatura NET. Na ocasião, o serviço foi INDEVIDAMENTE DESLIGADO logo no segundo mês. Cancelado após a reclamação circular por jornais diversos, sem me onerar MAIS do que o desrespeito. Que, pelo visto, continua.



Por: Rafael B. às 00h21
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   Resenha: Asterix nos Jogos Olímpicos

Asterix nos Jogos Olímpicos

Asterix O Gaules

 

Eu sou fã de Asterix. Tive o primeiro contato com os gauleses ainda criança "pequena" - oito anos, sem entender muito bem do que se tratava a história e sem a capacidade de me envolver com a narrativa bem mais complexa do que eu estava preparado, à época.

Fui "redescobrir" o personagem já no começo da adolescência, por meio do jogo de videogame para Master System (um dos jogos mais divertidos que eu me lembro, aliás). Mais ou menos na mesma época, um tio me emprestou um VHS com a gravação do desenho Asterix e a Surpresa de César (que, veja só, faltava um pedaço na gravação - justamente o final).

Pouco tempo depois, consegui um dos álbuns emprestado. E a partir daí, quase dez anos até comprar TODOS - metade em sebo, diga-se de passagem. A minha cópia de Asterix e os Belgas tem uma página solta por conta de uma compra assim (na época eu não sabia que loja de livros usados NÃO PODE embalar os livros sem permitir o manuseio). Em paralelo, assisti todos os desenhos disponíveis (tanto os que passaram na TV como os que aluguei)

Já com a internet a disposição, pude descobrir a ordem original de lançamentos (que difere bastante dos lançamentos por aqui) e conhecer mais da vida dos autores, da criação do estúdio e tudo o mais. Minha primeira leitura em outro idioma foi um livro "homenagem" narrando a história dos personagens, dos autores, as curiosidades e tudo o mais (parte do conteúdo deste foi lançado recentemente no livro Asterix de volta as Aulas).

Tudo isso para, enfim, chegar aos filmes. É importante salientar aqui que, quando as histórias dos álbuns eram passadas para animação, perdiam em narrativa para a HQ. Exceto aquelas que, sabiamente, mesclavam histórias de álbuns diversos e contavam uma NOVA história - é o caso do desenho A Surpresa de César, que junta os álbuns Asterix Gladiador e Asterix Legionário (o melhor álbum, na minha opinião), e A Grande Luta (ou O Golpe do Menir - títulos diferentes do mesmo desenho) que conta as histórias somadas de O Adivinho e O Combate dos Chefes.

Além destas animações citadas, temos Asterix o Gaulês (que é o primeiro livro e é idêntico, "quadro-a-quadro"), Asterix e Cleopátra (idem), Asterix entre os Bretões (algumas alterações acontecem neste, como a inclusão de Ordenalfabetix, o peixeiro, que na sequência de lançamento dos álbuns ainda não existia), Asterix entre os índios (adaptação bem livre de Asterix e a Grande Travessia, mas com pouquíssimas semelhanças) e finalmente Asterix entre os Vikings (que parte do livro Asterix e os Normandos mas cujas alterações são bem relevantes - e que merece até um post a parte).


No primeiro filme, a ambientação é quase de precisão arqueológica

Com isso, chegamos ao primeiro filme "live-action": Asterix e Obelix contra César. Reproduziram fielmente a aldeia, os heróis - Gerard Depardieu parece ter, de fato, nascido para interpretar Obelix, e o ator do Asterix não faz feio. Mas o filme tem um destaque que por vezes rouba a cena: Tulius Detritus - interpretado por Roberto Benigni. Um dos melhores "coadjuvantes" da série (do livro Asterix e a Cizânia), aqui é promovido a general de César e boa parte inclusive das cenas cômicas se concentra nele. O roteiro faz um apanhado de várias passagens de vários álbuns - de Asterix e os Godos para Asterix Legioniário passando por O Adivinho e afins. Fica parecendo as vezes uma homenagem a série. É, sem dúvida, um bom filme, com boas piadas.


No segundo, o diretor tira uma casquinha da Cleopatra...

Até que fizeram Asterix: Missão Cléopatra. Nem de longe é meu álbum favorito, mas o filme é hilário, do princípio ao fim. A personificação dos atores está excelente, o visual é de um colorido muito próximo ao visual de animação e diversos recursos são usados - como quando os personagens se prendem na pirâmide - fazendo com que seja um filme pra se rir do começo ao fim. E é claro, bom salientar, temos Monica Belucci interpretando Cleópatra - não a tôa, o próprio diretor, espertinho, interpreta Júlio César.


O visual é muito mais colorido e "animado" - Próximo do clima do desenho

E agora, recentemente, este Asterix nos Jogos Olímpicos. Que também parte do álbum de mesmo nome, mas muito "levemente". A história aqui se concentra no gaulês Apaixonadix, que pretende se casar com a princesa da Grécia vencendo os jogos - e tem como rival Brutus, filho de César.


Brutus não se parece em nada com o personagem da série, mas é engraçadíssimo. E outro ator interpreta Asterix

Este Brutus, no filme, não tem absolutamente nenhuma relação com o Brutus que eventualmente aparece nos álbuns. Mas é um personagem incrível este do filme. Cabe dizer aqui que a história vai tão longe dos personagens que, se Asterix e Obelix não estivessem em cena, não seriam sequer notados. São apenas coadjuvantes. E se o filme peca - e muito - pela falta de uma narrativa coesa, sobra em piadas, tanto visuais quanto de referências "pop". O detalhe fica para César - interpretado por Alain Deloin - dizendo "Ave moá", como para a relação entre ele e Brutus.



Por: Rafael B. às 00h13
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   Moço, eu quero um sapato! e Sapo voa?

Um dia, no blog da Rosana Hermann, ela comentou sobre a falta de graça - e o aparente sucesso - deste vídeo:

 

 

Na ocasião, lembrei de uma piada nesse mesmo sentido - ou falta de sentido - sobre essa questão "metalinguística" de um personagem de ficção ciente de sua condição e que interage com ela (parece complicado na explicação, mas é apenas uma piadinha nonsense):

 

Fiz em poucas horas, apenas pela farra de pensar o quanto eu ria quando ouvia essa piadinha besta.

E foi uma tristeza perceber que o humor estúpido, nonsense e descompromissado atrai uma horda tão grande de detratores.

É, até hoje, o trabalho mais comentado que já tive no youtube. E não por um bom motivo.

Mas me faz agradecer por não ter levado a cabo a idéia de fazer uma animação com a piada dos tomatinhos atravessando a rua...



Por: Rafael B. às 11h40
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   Um breve histórico de concursos...

O ano foi 2005, e o concurso que me refiro aqui é o Festival Internacional de Humor Gráfico - I PORTO DE HUMOR, com o inusitado tema: GALINHAS.

A idéia, genial de tão simples, foi atrelar o potencial humorístico destas divertidas aves ao nome do balneário Porto de Galinhas.

Das três artes que enviei - digitalmente - uma delas, salvo engano, foi selecionada para participar do concurso - que, é bom que se deixe registrado, eu não ganhei.

Para não desperdiçar o material, transformei-as em tiras e alimentei o site dos Sapo Brothers.

Segue as tiras feitas a partir dos cartuns do concurso:

Galinhas I

Galinhas II

Galinhas III

 

Tira bonus:

Pintinho

Esta última não foi material de concurso, mas uma piada do "anedatório popular" adaptada em tira que usei para ilustrar uma palestra sobre o assunto.

Curiosidade: A tirinha foi totalmente produzida usando o software Flash - inclusive o desenho.



Por: Rafael B. às 12h29
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   Tiras por encomenda?

Há alguns anos, fui convidado a fazer uma proposta para mídia impressa envolvendo a oferta de um inovador (para a época) serviço de prestação de informações por telefonia, com reconhecimento de voz.

A minha idéia (que foi recusada) concentrou-se em desenvolver uma série de tiras de humor sobre as necessidades do serviço.

Como as três tiras que fiz iriam se perder numa gaveta, na época eu as editei tirando a referência ao serviço e publicando no site...

Hoje, apresento-as por aqui pra quem não viu:

 

MEDIZ I

MEDIZ II

MEDIZ III



Por: Rafael B. às 11h25
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   Eu e o politicamente correto - de novo!

Movimento Irrevolucionário I

Movimento Irrevolucionário II

Movimento Irrevolucionário III

Movimento Irrevolucionário IV

Movimento Irrevolucionário V

Mais uma tentativa de me "rebelar" contra o politicamente correto.

Esta série, curta e de finalização "rápida" - só usei cores uma vez e não insisti - visava fazer graça com o "senso-comum" (não sei mais se isso usa hífen).

Seria uma família que está sempre indo contra os chamados "movimentos" da sociedade.

A graça está também na questão relativa à algumas obviedades - qualquer pessoa sensata vai ser contra a violência ou contra a guerra (até os fabricantes de armas se dizem assim, e vendem mais ainda lembrando que todos tem que se proteger contra essas "eventualidades").

Claro que a prática é diferente do discurso. Sou contra a violência, mas se um imbecil arranha meu carro executando porcamente uma manobra de trânsito, todo o conceito de "paz e amor" vai pro espaço - desde que ele seja menor do que eu e esteja sozinho, claro...



Por: Rafael B. às 09h33
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   E se eu fosse você

Se eu fosse voce

 

Eu só fui assistir o primeiro filme quando o segundo já estava no cinema.

Mas tinha ouvido falar muito bem, e gosto de uma boa comédia. Tratei de ver o primeiro pra, poucos dias depois, ir ver o segundo. Devido a proximidade com que vi os dois, deu pra notar a similaridade da estrutura narrativa.

E sim, o segundo trabalhou melhor as piadas - e os atores estão ainda melhor do que no primeiro - não vamos esquecer que são os dois "monstros sagrados" da dramaturgia brasileira, ao menos segundo o Faustão.

E alguns maneirismos do diretor se nota - mais no primeiro, como os dois números musicais (tanto a apresentação das crianças quanto a participação especial da Patrícia Pillar). Mas eu sou um entusiasta de iniciativas como essa, de se fazer o cinema pensando no público - e nota-se como o público responde, como a bilheteria dos dois filmes apontam.

 

P.S.: Infelizmente eu raramente tenho a oportunidade de assistir pré-estréias. Por isso as resenhas que faço são de filmes quando os vejo - não raro, após todo mundo já ter falado deles.

P.S.2: A tirinha com fotos foi inspirada em algumas séries que vi recentemente e que gostei tanto que resolvi "me inspirar"... Wagner & Beethoven, Irmãos Brain e a série do Batman no Capinaremos

P.S.3: Se você não sabe quem foi Maria de Fátima, você não sabe nada!



Por: Rafael B. às 14h05
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   Resenha: Sim Senhor!

Sim Senhor!

 

Vi o filme no último final de semana. Confesso ser fã das comédias do Jim Carrey (embora ele tenha feito "O Pentelho" e "Eu, eu mesmo e Irene" - este último ainda tem bons momentos, mas não salva o todo). E admito que a minha favorita dele, a descontar o Máscara (mais pela lembrança do impacto do filme do que do próprio em si, mas memória afetiva tem dessas coisas), é "O Mentiroso".

E a premissa deste "Sim Senhor" é similar. Embora o filme não tenha o mesmo pique de sua comparação óbvia, ainda assim é um bom filme. Do que se pode esperar de uma comédia onde o destaque é o protagonista careteiro, claro...

E a mocinha é a Trillian do Guia do Mochileiro das Galáxias...



Por: Rafael B. às 10h50
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   Humor silencioso - Pantomímicos

O maior expoente, sem dúvida, desse tipo de humor, foi Charles Chaplin.

O humor que não depende de texto ou diálogos para ser compreendido. Ou, numa definição mais formal, "a arte de narrar com o corpo".

Quando estamos falando de quadrinhos, imaginar piadas que funcionem sem balão de texto, cartuns que sejam engraçados só de olhar, estamos numa área das mais complexas, das mais desafiadoras.

Quadrinhos "mudos" e engraçados são dificílimos de fazer. E temos mestres que o fazem com primor - citar Laerte é covardia - e tantos outros que traçam um belo caminho nesse tipo de linguagem.

Eu bem que gostaria de conseguir resolver uma piada apenas visualmente. Até por ter interesse em falar direto com crianças, quanto menos texto, creio eu, melhor, principalmente se a idéia é piadas rápidas.

Pantomimico 01

Pantomimico 02

Pantomimico 03

Eu tento, as vezes. Nem sempre dá lá muito certo, mas como exercício, vale a pena.



Por: Rafael B. às 10h07
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   Computador - a salvação para a Arte-final

Sempre gostei de desenho, desde criança, como todas as crianças em geral.

Mas, diferente das outras, eu preferia FAZER os desenhos do que pintá-los.

Nunca tive paciência para buscar um efeito mais uniforme na cor. E se eu descobri minha motivação e "destino" de desenhar aos seis anos, foi ali também que estacionei no quesito "acabar" um desenho.

Como, aliás, pode ser notado nas tiras a seguir, bem mais recentes do que se poderia acreditar quando se conta os 30 anos do autor...

A lápis

A lápis

A lápis

A lapis



Por: Rafael B. às 00h00
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   Sapão?

Hoje publiquei essa tira:


Não entendeu de onde surgiu esse sapão?

Reaproveitei o "personagem" - não acho que chegue a tanto - da HQ "As resoluções de ano novo dos Sapo Brothers" - de 9 páginas, em formato flash.

Embora tenha "flash" na apresentação da HQ, é uma história "convencional" - sem animação. Só usei o flash porque o desenho está em vetor e achei que era o melhor "custo benefício" na relação de tamanho por página.

Segue:

Abaixo, o link para a HQ no site dos Sapo Brothers:



Por: Rafael B. às 07h12
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   Batman - O Cavaleiro das Trevas

batman
tirinha criada para ilustrar o post: http://direitodiario.blogspot.com/2008/03/legalidade-dos-super-heris.html

Ao longo do filme (longo, mas nem parece) você acaba esquecendo que é um filme de super herói (ou só de "herói", já que o Batman tem como superpoderes apenas o fato de ser rico).

E isso no bom sentido. Mesmo eu sendo fã de filmes de heróis. Mas Batman não é um filme de herói. Nem um policial. Não dá pra saber exatamente como definí-lo... Talvez como filmasso.

E o Coringa... Merecia um filme só pra ele, se o ator não tivesse morrido. Vendo o filme, lamentei, e muito.

O filme é tão bom que até os diálogos piegas (infelizmente eles existem) estão bem colocados.

E quando parece que nada mais pode acontecer... Algo acontece.

Difícil falar do filme sem contar nada que é melhor não saber.

Mas é um tremendo filme. Quero ver de novo!

Filme bom



Por: Rafael B. às 22h46
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