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   Maria Antonieta

O filme tentou reparar a maculada imagem da rainha - que ficou conhecida pela célebre resposta ao apelo de um acessor sobre a falta de pão do povo:

- Se o povo não tem pão, que comam brioches.

Esta fala é citada, inclusive, de uma forma bastante verossímil. Afinal, Maria Antonieta representava a monarquia absolutista opressora que deu vazão a revolução de Napoleão - e a repaginação de toda a Europa. Não é de se pensar diferente o que foi a reação popular a futilidade do palácio - e o eco que isso teve em todas as monarquias da época.

Porém, ao fixar a história apenas em Maria Antonieta, é possível entender o que levou a rainha a alienação. Saída jovem de seu país de origem, submetida aos rigores formais da corte francesa, sua vida de excessos representava um "mundo a parte" ao que a rodeava.

Claro que os excessos estão lá, assim como os questionamentos a respeito da virilidade do então príncipe da França.

O que tira o filme do lugar-comum é, sem dúvida, a trilha sonora contemporânea. Gerou um efeito bem interessante e serviu para aproximar aquela monarca do que seria uma "patricinha" que reconhecemos hoje em dia.



O curioso é que num filme sobre Maria Antonieta, a revolução aconteça de forma tão sutil e no pano de fundo... O que também garante um frescor a história.

Por: Rafael B. às 11h23
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Tô na PorkoParede do Bennet!











Mais em: http://porkoparade.zip.net/


Por: Rafael B. às 21h26
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   Rafael B. Dourado em: MIL CASMURROS



Por: Rafael B. às 15h26
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Por: Rafael B. às 09h30
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   O Terminal

Levei anos pra ver esse filme.

Um filme que tem 3 atrativos que por si só já me chamam a atenção:

Uma comédia estrelada pelo Tom Hanks;
Um filme "não sério" dirigido por Steven Spielberg;
Catherine Zeta Jones no elenco...

A trama é de um imigrante que fica preso nas burocracias de imigração dos EUA porque uma guerra foi deflagrada enquanto ele chegava e não pode sair do aeroporto é baseada em fatos reais (só que originalmente não nos EUA, e sim na França, pelo que ouvi falar).

A trilha sonora de John Willians é, como sempre, redondinha.

Um filme naquela categoria de "legal", sem ser demais, mas, com certeza, sem ser de menos.

Tá na lista de favoritos!

Por: Rafael B. às 08h28
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   Babel

Acho o típico filme supervalorizado.

O "precursor" é o Crash - este sim que gostei muito, até porque é muito mais eficiente em intercalar diversas tramas paralelas com eficiência.

No caso do Babel, fica aquele monte de coisa excessivamente sutis em contrapartida a outras onde sutileza foi justamente o que faltou.

Contudo, quero conhecer alguma surda-muda japonesa!

Por: Rafael B. às 08h24
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   Deu a Louca Na Chapeuzinho

A animação não é muito legal no quesito técnico. Cabelos duros, poucas expressões faciais... Depois que a gente se acostuma com Shreks, Monsters ou Os Incriveis fica difícil "engolir" cabelo duro tipo capacete... Foi o que mais incomodou.

Mas o traço é legal, os personagens são bem montados e as piadas são inúmeras - infelizmente, muito trocadilho que as legendas não conseguiam salvar.

O filme é bem legal também, embora eu ache que não vai entrar pro meu hall de favoritos.

O destaque mesmo é a estrutura narrativa - a mesma história contada de pontos de vista diferentes - que é surpreendente numa animação infantil e que funciona - e bem.

Ah, sim, e destaque para o bode cantor e pro Lobo em pele de cordeiro...

Por: Rafael B. às 13h02
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   Tentando de novo...

Bem, nova tentativa de movimentar o blog.

Agora, vou postar sobre coisas diversas, desde resenhas de filmes até opiniões que eu achar relevante. Divirtam-se!

Por: Rafael B. às 09h24
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   Happy Feet

Pois é, só vi ontem. Ganhou o Oscar - e em cima do Moving Castle, uma animação que gostei muito. Eu devia pra mim mesmo ver o filme - e o próprio Carlos já tinha comentado algo sobre ele - fiquei curioso sobre como a dublagem "salvou" as diversas músicas do filme (não o suficiente para acioná-la no DVD, contudo) - e eu finalmente assisti.

O filme é bom. E a "alteração brusca de tom" no filme de forma abrupta num momento em que isso não é esperado me surpreendeu. Não é de se estranhar que as crianças tenham ficado meio irriquietas... O nó que o roteiro dá não é comum e eu arrisco dizer que eles se atrapalharam um pouco.

Ainda assim, um belo filme. Embora eu não tenha gostado da total falta de personificação dos pinguins. Ficaram todos iguais - ok, pinguins são todos iguais, mas quando vemos um desenho, esperamos algo diferente - ao menos eu espero, pelo menos no quesito "traço". Algo como comparar MADAGASCAR com o outro filme da Disney que tem a mesma temática - eu sempre vou preferir o que caricaturiza mais os desenhos.

Enfim, o filme é legal, gostei. Vale a assistida, sem dúvida.

Por: Rafael B. às 22h36
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